Cães invadem condomínio em Campo Grande e moradores buscam donos
Dois cães machos entraram em um condomínio na região do São Lourenço, em Campo Grande, e moradores agora procuram pelos donos. Os animais têm pelagem branca, aparentam estar bem cuidados…
Dois cães machos entraram em um condomínio na região do São Lourenço, em Campo Grande, e moradores agora procuram pelos donos. Os animais têm pelagem branca, aparentam estar bem cuidados e estão sem coleira de identificação. A informação foi enviada ao Campo Grande News pelo canal Direto das Ruas.
As leitoras Jussilene Paniago e Evelyn Chaia relataram que os cães apareceram no Condomínio Tupinambás, na Avenida Marquês de Lavradio, na manhã de quinta-feira (4). Segundo elas, os animais entraram quando o portão automático abriu e, desde então, circulavam pelo local sem os tutores.
Jussilene disse que os moradores perceberam que os cães são domésticos e bem cuidados, mas a falta de identificação dificultou encontrar os responsáveis. Como o condomínio tem muitos animais de estimação, houve brigas entre os cães visitantes e os pets dos moradores. “Os dois estão sempre juntos. Eles entraram quando o portão abriu por tag e ficaram andando pelo condomínio. Como aqui tem muito cachorro, alguns começaram a brigar com eles”, afirmou.
Para evitar que os animais voltassem para a rua ou se envolvessem em novas brigas, moradores os abrigaram temporariamente em uma sala da administração do condomínio. Eles estão recebendo água, ração e cuidados. “Visivelmente eles têm dono. A gente está tentando segurar eles aqui, dando ração e cuidando, até aparecer alguém procurando”, completou Jussilene.
Quem reconhecer os cães ou souber quem são os tutores pode ligar para (67) 99639-2559 ou (67) 99261-6744, ou procurar a administração do Condomínio Tupinambás.
Para proteger os animais de estimação e garantir que voltem para casa em segurança, é recomendado colocar uma coleira com plaquinha de identificação contendo nome do animal e telefone com DDD. Também há placas com QR code que, quando escaneadas, mostram informações dos responsáveis. Outra opção é o microchip, que pode ser lido por clínicas e abrigos. Manter uma foto atualizada do pet também ajuda na divulgação em redes sociais e grupos de busca em caso de fuga.