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Mundial 2026: 26 memórias, de Haaland a Merlin

Por Diário da TV · · 2 min de leitura

O atacante Erling Haaland, da Noruega, foi um dos destaques da Copa do Mundo de 2026, não só pelos gols, mas também por sua presença nas redes sociais. Em um dos jogos, ele passou 79 minutos sem grande ação contra o Brasil e marcou duas vezes em 11 minutos. Um vídeo que viralizou no Instagram brinca com o medo de ser perseguido pelo jogador em alta velocidade.

A seleção de Curaçao, a menor nação a se classificar para um Mundial, fez história ao marcar seu primeiro gol no torneio. Livano Comenencia converteu a cobrança contra o goleiro Manuel Neuer, na derrota por 7 a 1 para a Alemanha. O jogador comentou que havia enfrentado o goleiro no videogame e agora marcou um gol contra ele na vida real.

A torcida da Escócia tomou conta de Boston, marcando o retorno do país ao Mundial após 28 anos. Os fãs encheram o Fenway Park de cantos e esvaziaram os bares da cidade. Uma tradição chamou a atenção: colocar cones de trânsito laranja em estátuas famosas. O "cone de Boston" foi recebido pela prefeita Michelle Wu ao chegar de Glasgow.

A Turquia, que era apontada como uma das surpresas do torneio, acabou eliminada ainda na fase de grupos. A equipe perdeu para a Austrália e para o Paraguai, que jogou com um jogador a menos. O jovem Arda Guler lamentou o desempenho, dizendo que todos estavam tristes e chorando após a eliminação precoce.

O meia Mikel Merino, da Espanha, se tornou o herói improvável do torneio. Ele saiu do banco de reservas para marcar gols da vitória contra Portugal e Bélgica em jogos eliminatórios consecutivos. Enquanto isso, Lionel Messi e Kylian Mbappé igualaram a marca de oito gols de Ronaldo em uma única edição de Copa, com Mbappé ficando com a Chuteira de Ouro após marcar duas vezes contra a Inglaterra na disputa pelo terceiro lugar.

A seleção do Irã enfrentou dificuldades fora de campo. A equipe teve sua base de treinos mudada do Arizona para o México e só pôde entrar nos Estados Unidos um dia antes de suas duas primeiras partidas, tendo que deixar o país em seguida. Mesmo assim, o time quase avançou, sendo eliminado por diferença de gols após um empate entre Áustria e Argélia. O técnico Amir Ghalenoei classificou o tratamento recebido como injusto.

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